SERVIÇOS

ESTUDO TÉCNICO DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
  • Também chamado de cálculo de blindagem ou projeto de proteção radiológica.
  • Tem a finalidade de planejar o cenário de barreiras para a proteção do profissional ocupacionalmente exposto e pessoas do público em relação à radiação produzida na sala de exames.
  • Deve ser elaborado concomitantemente ao projeto arquitetônico. Portanto, antes de iniciar a obra de construção ou reforma da sala de exames ou mesmo da instalação do equipamento de raios X em uma sala já existente.
  • O relatório contém a especificação da quantidade de material de proteção a ser aplicada em cada uma das barreiras.
  • Podem ser aplicados vários materiais de proteção, tais como, argamassa baritada, lâminas de chumbo, vidro plumbífero, entre outros.
  • Não existe prazo de validade para o projeto arquitetônico ou para o cálculo de blindagens. Mas, deve ser refeito se houver modificações na estrutura física, por exemplo, alteração da sala, ou no equipamento de raios X, por exemplo, mudança de posição do equipamento, ou outras mudanças relevantes.
  • Quando tudo estiver pronto e instalado, a sala deve ser submetida a um (LINK AQUI) Levantamento Radiométrico
LEVANTAMENTO RADIOMÉTRICO
  • Também chamado de Monitoração de Área ou Radiometria. É a etapa posterior à construção da sala e instalação do equipamento de raios X, sendo parte integrante da aceitação da instalação radiológica.
  • Tem a finalidade de avaliar se as barreiras atuam corretamente, como especificado no cálculo de blindagens, para a proteção do profissional ocupacionalmente exposto, dos demais funcionários e também das pessoas do público.
  • É feita uma série de medições simulando os procedimentos clínicos na sala de exames com o equipamento de raios X ali instalado.
  • O relatório apresenta a análise dessas medições e indica correções eventualmente necessárias.
  • Deve ser repetido imediatamente no caso de qualquer alteração de estrutura física, na sala de exames, na ocupação das áreas vizinhas, no aparelho de raios X ou, ainda, quando ocorrer aumento significativo da carga de trabalho.
  • Caso não ocorram alterações o levantamento radiométrico deve ser repetido a cada quatro anos para confirmar as condições de segurança.





TESTES DE CONSTÂNCIA PARA FINS DE CONTROLE DE QUALIDADE
  • Também chamado testes de controle de qualidade ou simplesmente controle de qualidade.
  • Os testes, bem como a forma de avaliação, dependem do tipo de equipamento, de seus componentes, e da forma em que a imagem é adquirida e avaliada clinicamente.
  • É realizada uma série de medições no equipamento e no sistema de aquisição de imagens para averiguar sua funcionalidade. São avaliados parâmetros, tais como, tensão do tubo, tempo de exposição, corrente radiográfica, dose representativa no paciente, radiação de fuga do cabeçote, entre outros.
  • Também é avaliado o sistema de visualização de imagem seja ele convencional ou de qualquer tipo de radiologia digital.
  • O relatório apresenta a análise dessas medições e indica correções eventualmente necessárias.
  • A frequência da avaliação depende do equipamento e do sistema de aquisição de imagens e dos propósitos dos testes.







MEMORIAL DESCRITIVO P/ PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
  • Também chamado Plano de Proteção Radiológica ou simplesmente PPR, mas esta designação o remete à questões de segurança do trabalho.
  • Tem a finalidade de descrever detalhadamente a instituição quanto aos aspectos de proteção radiológica.
  • O documento contém os nomes da direção da instituição e dos colaboradores, as responsabilidades, os procedimentos, os equipamentos, características das instalações, resultados do controle de qualidade e da monitoração de área, entre outros.
  • Deve ser atualizado sempre que houver modificações relevantes.

ANÁLISE DE VESTIMENTAS PARA PROTEÇÃO
  • Tem a finalidade de avaliar as condições das vestimentas de proteção quanto à integridade do elemento protetor, que normalmente é borracha plumbífera. Mas também, suas condições gerais de higiene e condições de guarda.
  • São vestimentas de proteção, entre outros, os aventais, luvas, óculos utilizadas para a proteção de pacientes, acompanhantes ou profissionais durante as exposições.
  • O relatório resume a avaliação e indica correções eventualmente necessárias.
  • Esta avaliação deve ser feita anualmente, exceto nas instalações odontológicas que deve ser, ao menos, a cada dois anos.
TREINAMENTO EM PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
  • Tem a finalidade de contribuir com o aprimoramento da cultura de proteção radiológica da instituição visando à melhoria da qualidade dos serviços em suas várias etapas da produção.
  • É realizado um encontro com a toda a equipe. São abordados os conteúdos obrigatórios e é uma ótima oportunidade de atualizar conhecimentos, assim como, identificar as dificuldades que surgem durante a rotina de trabalho e buscar um bom encaminhamento para elas.
  • Deve ser realizado, ao menos, uma vez ao ano.



DOSIMETRIA PESSOAL
  • Também chamada monitoração individual. Frequentemente está associado aos termos Programa de Monitoração Individual e/ou Controle de Saúde Ocupacional, mas estes têm significados mais amplos.
  • Tem por objetivo avaliar a dose efetiva (corpo inteiro) e/ou a dose equivalente (por exemplo, cristalino e extremidades) para fins de controle das exposições ocupacionais acumuladas no período de um mês.
  • Contribui, também, com informações sobre as condições de trabalho e para a otimização das exposições.
  • A escolha de quais profissionais devem usar dosímetro geralmente é direta, mas para algumas ocupações pode ser difícil decidir. Existem critérios para esta definição, entretanto, são critérios técnicos que exigem maiores considerações.
  • O dosímetro é fornecido por um laboratório credenciado, é encaminhado para a instituição onde será utilizado. Após o período de utilização o dosímetro é enviado de volta ao laboratório que procede a sua leitura, o valor da dose é registrado e descrito em relatório com validade médico-legal.
  • Devido a sua importante função o dosímetro tem que ser usado de acordo com regras específicas. Por exemplo, deve ser usado na região mais exposta do tronco, exclusivamente pelo profissional cujo nome consta do dosímetro e unicamente na instituição que contratou o serviço de dosimetria.
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